quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Novas políticas

Paulo Rangel diz que o PSD deveria dar a conhecer políticas alternativas na Justiça, Educação e Saúde.

Perdeu as directas no PSD há sete meses mas deixa elogios ao líder do partido. Rangel diz que Passos será primeiro-ministro antes de 2013 e que deve começar a explicar a País o que fará de diferente na Justiça, Saúde e Educação

FONTE: On-line

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Tudólogos

Apreciámos imenso o artigo de Eduardo Cintra Torres, recentemente publicado no Público sobre uma nova área de abordagem do conhecimento com o título "Tudólogos".

Trata-se de pessoas bem falantes que, sem dizer nada de concreto,são capazes de falar de tudo e sobre tudo para os consumidores de comunicação social, seja na área da televisão, seja na da imprensa.

O fenómeno não é exclusivo deste País, mas percorrendo a Net ele já foi detectado noutros países, com títulos semelhantes e com o mesmo propósito e finalidade.

Cá na terra, sou capaz de localizar a ocorrência deste facto, logo após o 25 de Abril, ocorrência esta que certamente não tem culpa nenhuma disso. Lembro-me que para entreter a audiências apareciam sempre algumas pessoas que debitavam aquilo que diziam saber e assim se faziam serões de família que outros já não existiam.

Lembro-me que alguém dizia que seriam os bombeiros de serviço, e a tudo davam o seu contributo que as pessoas embasbacadas ouviam com agrado.

Tenho lido vários comentários acerca desta matéria, onde são mencionados diversos nomes, tanto femininos como masculinos, mas recuso-me a ir por esse caminho, pois entendo que cada qual é responsável por aquilo que faz e desde que não me ataque pessoalmente, não tenho nada com isso.

E frequeentemente deparei com termos como omnílogo, omnisciente, prispinetas, prispirretas e outros.

Só como comentário, penso que as Televisões, em vez de irem pelo caminho dos Tudólogos, deveriam capitalizar no suporte de especisalistas sobre as matérias que desejam trazer às audiências, pois seria sem dúvida um rico investimento para o desenvolvimento do público consumidor.

E nesse caso, teríamos líderes de opinião especialistas nas matérias que apresentam e defendem. Isto não pode ser um contínuo "talk-show".